Dia 25 de Março vai ser um dia cheio, pois iremos ter nas lojas a nova Nitendo 3DS e os jogos Crysis 2, Need For Speed Shift 2 Unleashed, Ghost Recon - Future Soldier, Moto GP 10/11, Yakuza 4 e Driver San Francisco.
Nitendo 3DS
A nova Nitendo 3DS irá ter um dos primeiros ecrãs 3D sem precisar de óculos 3D e duas câmaras para tirar fotos em 3D irá custar cerca 250 euros. Fique a conhecê-la em baixo.
Crysis 2
O jogo Crysis 2 passa-se no ano de 2033 em que aterrorizantes invasores alienígenas destroem as ruas de Nova York. Só tu podes prevalecer, empunhando as melhorias supersoldier da Nanouit. O jogo irá custar nas lojas 69,99 euros. Conheçam melhor o jogo neste vídeo.
Need For Speed Shift 2 Unleashed
Need For Speed Shift 2 Unleashed irá fazer-vos sentir o que realmente é a Batalha do condutor em uma experiência de corrida sem paralelo, que capta a fisicalidade e a brutalidade de estar atrás do volante a ir a 200mph. define a barra de corrida realista e oferece toda a emoção e euforia do dia da corrida em uma experiência inovadora fé. O jogo irá custar 69,99 euros.
Fiquem com o trailer em baixo.
Moto GP 10/11
10/11 MotoGP vai trazer aos fãs o mais autêntico e realista experiência de MotoGP da série até agora. Os jogadores vão ficar todo o conteúdo da temporada 2010 de MotoGP e as actualizações para download para o campeonato de MotoGP 2011 logo após o início da temporada.
O sistema de tratamento de todos os novos e física melhorou em 10/11 MotoGP vai entregar um nível de autenticidade nunca antes visto na série GP. A inclusão da marca novo jogador personalizável assistências recurso permite que fãs de simulação e arcade de corrida para alterar seu estilo de corrida. Aqueles que querem levar menos de um risco com a sua técnica de equitação será capaz de ligar o leitor de assistências para um estilo mais indulgente das corridas. Para os jogadores que querem sentir toda a intensidade das corridas de MotoGP, todas as in-game jogador ajuda pode ser desligado, oferecendo jogabilidade desafiadora e realista, que simula a experiência de MotoGP.
O sistema de tratamento de todos os novos e física melhorou em 10/11 MotoGP vai entregar um nível de autenticidade nunca antes visto na série GP. A inclusão da marca novo jogador personalizável assistências recurso permite que fãs de simulação e arcade de corrida para alterar seu estilo de corrida. Aqueles que querem levar menos de um risco com a sua técnica de equitação será capaz de ligar o leitor de assistências para um estilo mais indulgente das corridas. Para os jogadores que querem sentir toda a intensidade das corridas de MotoGP, todas as in-game jogador ajuda pode ser desligado, oferecendo jogabilidade desafiadora e realista, que simula a experiência de MotoGP.
O modo "Carreira" será complementado com a adição de jogo novo co-op. Através do jogo splitscreen local um segundo jogador pode saltar para a corrida e se tornar um companheiro de equipe, ajudando a levar sua equipe a pole position. 'Championship' O clássico e "Time Trial" modos estão de volta junto com a revisão do modo de 'Desafio'. Este ano os fãs da MotoGP será capaz de jogar como seu herói de corrida desde o início, todos esses três modos de jogo.
Tal como acontece com MotoGP 09/10, 10/11 MotoGP vai continuar a oferecer a modalidade a mais robusta em linha em um título de corridas, permitindo até 20 jogadores para competir em uma corrida do Campeonato. Os jogadores podem escolher suas configurações de corrida e participar de meio da corrida com o modo de espectador a verificar a concorrência antes da corrida começar.
Tal como acontece com MotoGP 09/10, 10/11 MotoGP vai continuar a oferecer a modalidade a mais robusta em linha em um título de corridas, permitindo até 20 jogadores para competir em uma corrida do Campeonato. Os jogadores podem escolher suas configurações de corrida e participar de meio da corrida com o modo de espectador a verificar a concorrência antes da corrida começar.
Driver San Francisco
O jogo passa-se alguns meses após os acontecimentos de Driv3r. É revelado que tanto John Tanner e Charles Jericho sobreviveram ao tiroteio em Istambul. No entanto, Tanner está em coma. O jogo é similar aos jogos anteriores da série. O jogador controla Tanner em várias missões através das ruas de San Francisco. Uma nova característica é o "SHIFT", que permite a mudança de Tanner de uma carro para outro para continuar a missão. Pela primeira vez na série, o jogo irá incluir mais de 120 carros totalmente licenciados, incluindo veículos Alfa Romeo, Aston Martin, Ruf, Dodge Challenger, Pagani Zonda e DeLorean DMC-12. O modo Film Director, que esteve ausente em Parallel Lines, também irá retornar. As missões a pé dos jogos anteriores foram totalmente excluídas. A cidade do jogo, San Francisco, vai incluir um dos maiores ambientes de condução visto, com cerca de 208 quilómetros de estrada. O modo Multiplayer também estará disponível pela primeira vez na série, com nove modos de jogo diferentes, incluindo o Trail Blazer, onde o jogador tem que seguir a trilha de um oponente controlado pela máquina.
Yakuza 4
Quando se trata da série Yakuza uma coisa é certa, aqui no velho continente vamos ser sempre os últimos a recebê-la. Foi sempre assim desde o começo e não se espera alterações já para o Yakuza Of the End Os japoneses já jogam Yakuza 4 há meses e ainda estamos nós aqui à espera dele. Esta espera deve ser um hábito para os maiores seguidores de Yakuza aqui no Ocidente.
Felizmente com Yakuza 4 não aconteceu a situação do seu antecessor, em que os fãs ficaram meses sem saber se o jogo iria ser lançado no Ocidente. Yakuza 4 foi anunciado para o nosso território pouco tempo depois do lançamento japonês. O chegar ou não chegar da quarta entrada na série ao Ocidente estava dependente do sucesso comercial de Yakuza 3. A SEGA não revelou números, mas indicou que as vendas iniciais foram muito positivas.
Os seguidores fieis da série ficaram contentes com o lançamento ocidental de Yakuza 3, no entanto, não ficaram tão contentes quando descobriram que determinados conteúdos tinham sidos cortados da versão Japonesa. No recente evento SEGA, em Londres, chamado de Unfold, tive o privilégio de conversar com Masayoshi Kikuchi, produtor de Yakuza 4, onde nos foi dito que esses conteúdos retirados eram apenas mini-jogos, que não eram apelativos para os jogadores ocidentais, ou pelo menos a SEGA pensou dessa maneira. Kikuchi esclareceu que em Yakuza 4 o mesmo não vai acontecer, nenhum conteúdo será cortado.
Este Yakuza será diferente dos anteriores, para além da personagem principal da série Kazuma Kiryu, a história foca-se em três outras personagens: Shun Akiyama, Taiga Saejima e Masayoshi Tanimura. Isto não vai alterar apenas o modo como a história é contada mas também a sua jogabilidade.
Ora, quatro personagens diferentes, quatro maneiras de jogar diferentes. Cada uma tem um estilo de luta próprio, basta jogar com cada uma delas para perceber isso. A maior diferença está entre Taiga Saejima e Masayoshi Tanimura. Saejima utiliza sobretudo os seus punhos, é mais lento e mais forte que as restantes personagens. No caso de Masayoshi Tanimura, o seu estilo de luta é rápido e habilidoso. Quanto às duas outras personagens, pode-se dizer que a sua forma de lutar é parecida e equilibrada, usando tanto os punhos como os pés.
Os seguidores fieis da série ficaram contentes com o lançamento ocidental de Yakuza 3, no entanto, não ficaram tão contentes quando descobriram que determinados conteúdos tinham sidos cortados da versão Japonesa. No recente evento SEGA, em Londres, chamado de Unfold, tive o privilégio de conversar com Masayoshi Kikuchi, produtor de Yakuza 4, onde nos foi dito que esses conteúdos retirados eram apenas mini-jogos, que não eram apelativos para os jogadores ocidentais, ou pelo menos a SEGA pensou dessa maneira. Kikuchi esclareceu que em Yakuza 4 o mesmo não vai acontecer, nenhum conteúdo será cortado.
Este Yakuza será diferente dos anteriores, para além da personagem principal da série Kazuma Kiryu, a história foca-se em três outras personagens: Shun Akiyama, Taiga Saejima e Masayoshi Tanimura. Isto não vai alterar apenas o modo como a história é contada mas também a sua jogabilidade.
Ora, quatro personagens diferentes, quatro maneiras de jogar diferentes. Cada uma tem um estilo de luta próprio, basta jogar com cada uma delas para perceber isso. A maior diferença está entre Taiga Saejima e Masayoshi Tanimura. Saejima utiliza sobretudo os seus punhos, é mais lento e mais forte que as restantes personagens. No caso de Masayoshi Tanimura, o seu estilo de luta é rápido e habilidoso. Quanto às duas outras personagens, pode-se dizer que a sua forma de lutar é parecida e equilibrada, usando tanto os punhos como os pés.
De forma a garantir a cada personagem algo que as distingue das restantes, para além dos estilos diferentes, foram-lhes dados finishers únicos. Tanimura, por exemplo, sobe para os ombros do oponente e torce-lhes o braço. À medida que vão usando cada vez mais este movimento, melhor vai ficando, é como se subisse um nível e ficasse ainda mais poderoso. Tal como os outros Yakuza, vão poder usar armas nas cenas de pancadaria, num dos vídeos até vemos Saejima a usar uma mota para castigar severamente os seus adversários.
O mundo aberto a que a série nos habituou foi um pouco deixado de lado para dar lugar a uma história mais estruturada. Segundo Masayoshi Kikuchi será uma história mais profunda que os jogos anteriores. Para mim, o facto de haver quatro personagens ajuda o jogador a criar mais facilmente uma ligação com uma delas, deverá ser por isso que Kikuchi-san espera que o jogo seja bem recebido e mais pessoas revelem interesse por ele.
Cada personagem tem a sua própria história e o jogo está divido em cinco capítulos, quatro deles para cada uma das personagens. É uma abordagem diferente na série mas que certamente agradará aos fãs, este título continua a merecer o nome que carrega. Devido à redução da liberdade, não esperem portanto o número de side-quests dos jogos anteriores, elas ainda existem, só que em menor quantidade.
O mundo aberto a que a série nos habituou foi um pouco deixado de lado para dar lugar a uma história mais estruturada. Segundo Masayoshi Kikuchi será uma história mais profunda que os jogos anteriores. Para mim, o facto de haver quatro personagens ajuda o jogador a criar mais facilmente uma ligação com uma delas, deverá ser por isso que Kikuchi-san espera que o jogo seja bem recebido e mais pessoas revelem interesse por ele.
Cada personagem tem a sua própria história e o jogo está divido em cinco capítulos, quatro deles para cada uma das personagens. É uma abordagem diferente na série mas que certamente agradará aos fãs, este título continua a merecer o nome que carrega. Devido à redução da liberdade, não esperem portanto o número de side-quests dos jogos anteriores, elas ainda existem, só que em menor quantidade.
Não é por esse factor que a cultura japonesa está pior representada, as ruas de Kamurocho continuam com aquilo que as fizeram famosas, as lojas, as máquinas arcade, as publicidades às marcas japonesas, os clubes de strip, tudo aquilo a que já estamos habituados. Além disto, foram adicionadas novas áreas, agora vamos poder vaguear pelos telhados de Kamurocho e pelo sub-solo, aonde estão localizados o metro, parques de carros, entre outras coisas. De referir também que esta foi a primeira vez que jogamos Yakuza 4 em Inglês, um trabalho que está ao nível dos seus antecessores.
O sistema de combate foi melhorado, mas continuamos a carregar freneticamente nos botões, em conjunto com isto, as lutas em desvantagem numérica e violência são o prato principal. Existem secções que são mesmo pura pancadaria, nas quais enfrentamos gangues inteiros sozinhos.
Na sua essência, Yakuza 4 continua a representar aquilo a que esta série nos habituou. A história é emotiva e como não podia deixar de ser, tem os seus momentos de humor. Novas personagens foram introduzidas e em contraste, velhas personagens regressaram.
Uma nova abordagem na história e elementos novos na jogabilidade são as novidades de destaque, apesar disto, de uma forma geral não esperem um jogo muito diferente de Yakuza 3, pois foi produzido em apenas um ano. Mesmo assim, deverá ser algo imprescindível para os fãs. Depois de Yakuza 4, a série parece que irá seguir um novo rumo com o recém anunciado Yakuza: Of The End. Como sempre, a chegada deste título ao Ocidente deverá estar dependente das vendas de Yakuza 4.
O sistema de combate foi melhorado, mas continuamos a carregar freneticamente nos botões, em conjunto com isto, as lutas em desvantagem numérica e violência são o prato principal. Existem secções que são mesmo pura pancadaria, nas quais enfrentamos gangues inteiros sozinhos.
Na sua essência, Yakuza 4 continua a representar aquilo a que esta série nos habituou. A história é emotiva e como não podia deixar de ser, tem os seus momentos de humor. Novas personagens foram introduzidas e em contraste, velhas personagens regressaram.
Uma nova abordagem na história e elementos novos na jogabilidade são as novidades de destaque, apesar disto, de uma forma geral não esperem um jogo muito diferente de Yakuza 3, pois foi produzido em apenas um ano. Mesmo assim, deverá ser algo imprescindível para os fãs. Depois de Yakuza 4, a série parece que irá seguir um novo rumo com o recém anunciado Yakuza: Of The End. Como sempre, a chegada deste título ao Ocidente deverá estar dependente das vendas de Yakuza 4.
Fonte: EuroGamer
Ghost Recon - Future Soldier
Ghost Recon - Future Soldier vai ter lugar entre 10 e 15 anos depois do último capítulo da saga, Ghost Recon: Advanced Warfighter, e vai contar com tecnologias e gadgets de nova geração.
Em termos de história, o jogador vai encarnar um soldado que irá, em conjunto com a sua equipa, tentar parar um grupo ultranacionalista que conseguiu destronar o presidente russo.
Visto ser passado no futuro, estes novos soldados vão estar munidos de armaduras e equipamentos futuristas, tais como capas de invisibilidade (stealth cloaks) ou pernas robóticas, que lhes permitirão carregar mais armas.
Ao que parece, Ghost Recon - Future Soldier vai também incluir uma forte componente de combate corpo-a-corpo (close quarters combat) e ainda uma vertente co-op. No entanto, parece que o jogo não vai contar com os tradicionais squad commands.
Por fim, a revista adiantou também que as character classes vão ter um papel fundamental no novo título da Ubisoft. Dependendo da classe que o jogador escolher, diferentes bónus serão atribuídos à personagem, como camuflagem óptica para aqueles que escolherem Recon, sensor de batimentos cardíacos para os Snipers, e mísseis de ombro (shoulder mounted missiles) para os que preferirem a classe de Commando.
Em termos de história, o jogador vai encarnar um soldado que irá, em conjunto com a sua equipa, tentar parar um grupo ultranacionalista que conseguiu destronar o presidente russo.
Visto ser passado no futuro, estes novos soldados vão estar munidos de armaduras e equipamentos futuristas, tais como capas de invisibilidade (stealth cloaks) ou pernas robóticas, que lhes permitirão carregar mais armas.
Ao que parece, Ghost Recon - Future Soldier vai também incluir uma forte componente de combate corpo-a-corpo (close quarters combat) e ainda uma vertente co-op. No entanto, parece que o jogo não vai contar com os tradicionais squad commands.
Por fim, a revista adiantou também que as character classes vão ter um papel fundamental no novo título da Ubisoft. Dependendo da classe que o jogador escolher, diferentes bónus serão atribuídos à personagem, como camuflagem óptica para aqueles que escolherem Recon, sensor de batimentos cardíacos para os Snipers, e mísseis de ombro (shoulder mounted missiles) para os que preferirem a classe de Commando.



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